Trade Marketing, Visual Merchandising & Execução no PDV
A Cheil projeta, produz e opera a presença de marcas no ponto de venda: vitrines, displays, espaços de marca, equipes de campo e ativações. Somos uma agência integrada com sede em São Paulo. Trabalhamos sobretudo com eletrônicos e bens duráveis, categorias em que a loja ainda pesa na decisão de compra. Esta frente reúne três serviços do nosso portfólio: Visual Merchandising, Varejo FFM (field force) e Brand Activation.
Por que o ponto de venda ainda decide a compra de eletrônicos e bens duráveis
Um smartphone ou uma geladeira custam caro e ficam anos com o comprador. Antes de pagar, ele quer ver a tela acesa, sentir o acabamento, abrir a porta, comparar dois modelos lado a lado e perguntar para alguém. A pesquisa começa no celular. A confiança, muitas vezes, se fecha na loja.
É no PDV que a marca encontra o concorrente na mesma prateleira, com o mesmo vendedor e as mesmas condições de pagamento. Uma vitrine apagada, um display sem produto de demonstração, um preço errado na etiqueta ou um promotor sem argumento custam a venda naquele instante. O cliente raramente volta para dar uma segunda chance.
O caminho inverso também acontece. Muita gente conhece o produto na loja e finaliza a compra no e-commerce da marca ou do varejista. Por isso tratamos o PDV como parte da mesma jornada que o site, o aplicativo, o CRM e a mídia, não como um canal à parte.
O que a Cheil faz no ponto de venda
Três serviços e uma camada de integração com o digital, contratados juntos ou em separado. Atendemos marcas que vendem em varejo multimarca, loja própria, operadora ou franquia, com ou sem equipe de trade interna.
Projeto e produção de visual merchandising
Desenhamos e produzimos vitrines, displays, gôndolas, ilhas, mobiliário e espaços de marca completos. O trabalho vai do conceito ao chão de loja: briefing com o time comercial da marca, projeto executivo, protótipo, produção, logística, instalação e manutenção. O mesmo conceito é adaptado a cada formato de loja, da megastore ao quiosque, sem perder a identidade da marca.
Dois exemplos feitos para a Samsung: o Espaço Samsung Higienópolis e a Vitrine Galaxy Z Flip5.
Field force e execução no PDV
Montamos e gerimos equipes de promotores, demonstradores, supervisores e coordenadores para as lojas que importam para a marca. No dia a dia, eles garantem produto exposto, preço correto na etiqueta, produto de demonstração ligado e funcionando, material atualizado e vendedor do varejista treinado no argumento certo. Roteiro, frequência de visita, cobertura e escopo de tarefa são definidos com o cliente pela relevância de cada loja.
A equipe de campo também é fonte de informação. Quem está na loja vê ruptura, ação do concorrente, objeção do comprador e reação ao preço antes de qualquer relatório de sell-out.
Ativações de marca
Criamos ativações que colocam o produto na mão do consumidor: lançamentos em loja, pop-ups, experiências em shopping e espaços temporários em eventos. Dois exemplos feitos para a Samsung: o Elevador Galaxy e a Samsung’s Flip Tower.
A mesma lógica vale fora da loja física. No case Brahma Cidade Alta, para a Ambev, a ativação aconteceu em transmissões no YouTube e na Twitch e reuniu mais de 1,3 milhão de usuários únicos de audiência.
Integração com o digital: retail media e CRM
O PDV gera dado e recebe dado. Conectamos a execução em loja ao restante da jornada. Alguns exemplos:
- QR code no display que leva à página do produto.
- Oferta apresentada pelo promotor que entra na base de CRM.
- Campanha de retail media alinhada ao material que está na gôndola.
- Estoque da loja visível no site para quem compra online e retira no balcão.
A mesma equipe que opera plataformas digitais de marca participa desse desenho.
Retail media deixou de ser aposta. Segundo a eMarketer, em levantamento publicado pelo Meio & Mensagem em outubro de 2024, o mercado de retail media no Brasil cresceu 42,3% em 2024, o maior índice do mundo. Para quem está na prateleira do varejista, verba de mídia e verba de trade passaram a disputar o mesmo espaço e precisam ser planejadas juntas.
Como garantimos o padrão em cada loja
Projeto bonito na apresentação não garante nada. O que garante é rotina de controle. A nossa funciona assim:
- Guia de execução por formato de loja. Cada tipo de ponto de venda tem planograma, lista de materiais, foto de referência do padrão esperado e checklist de montagem.
- Foto em cada visita. O promotor registra a loja antes e depois, com data, hora, localização e identificação de quem executou. A foto é a evidência, não o relato.
- Auditoria fora do roteiro. Uma amostra de lojas recebe visita de supervisores ou auditores que não fazem parte da equipe daquela praça, para checar o que a foto não mostra.
- Relatório por loja, região e varejista. O cliente vê conformidade, material faltante, produto de demonstração fora do ar e ação de concorrente, com plano de correção e prazo.
- Ciclo de correção. Não conformidade vira tarefa com responsável e data. Reincidência vira revisão de roteiro ou de material.
Metas de cobertura e de conformidade são acordadas em contrato e acompanhadas em painel compartilhado com o cliente.
Outros trabalhos de varejo e ativação estão em nossos cases.
Perguntas frequentes
Vocês atendem só a Samsung?
A Samsung é o principal cliente da Cheil e a maior parte dos cases públicos é dela. Também atendemos outras marcas, como a Ambev, com o case Brahma Cidade Alta. Saiba mais na página Sobre a Cheil e em Cheil na mídia.
Vocês fazem só o projeto de visual merchandising ou também produzem e instalam?
As duas coisas. Cuidamos de projeto executivo, protótipo, produção, logística, instalação e manutenção dos materiais de PDV. Se a marca já tem cadeia de produção própria, entregamos só o projeto e o guia de execução.
Como funciona a contratação de promotores e field force?
A equipe é dimensionada a partir da lista de lojas, da frequência de visita, do escopo de tarefas e do horário de pico de cada ponto de venda. Cuidamos de recrutamento, treinamento, roteirização, supervisão e reporte. O contrato define cobertura, indicadores de conformidade, formato de relatório e regras de substituição de equipe.
Que relatórios eu recebo sobre a execução no ponto de venda?
Fotos de antes e depois por visita, conformidade por loja e por varejista, material faltante, status do produto de demonstração e ações de concorrente observadas. Periodicidade e formato, painel ou relatório, são definidos no início do contrato. Não conformidade chega com responsável e prazo de correção.
Como o PDV se conecta ao e-commerce e ao CRM da marca?
QR code no material de loja leva à página do produto, e o lead captado pelo promotor entra na base de CRM. Retail media e material de gôndola são planejados juntos, e o estoque da loja aparece no site para quem quer retirar no balcão. A equipe que opera as plataformas digitais da marca participa do projeto de PDV desde o início.
Vamos conversar?
Conte em quais varejistas a marca está e o que hoje falha na loja, e voltamos com um diagnóstico e uma proposta de escopo.